"Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno."
Hebreus 4:16



Sempre que oro, costumo agradecer ao SENHOR por sua graça e misericórdia, não faço isso religiosamente, mas porque realmente, se não fosse a misericórdia de Deus e Sua graça, irmãos, eu não estaria aqui escrevendo e nem vocês aí, lendo!

Misericórdia e graça são frequentemente confundidas. Embora os termos tenham significados semelhantes, graça e misericórdia não são a mesma coisa. Para resumir a diferença: a misericórdia é Deus não nos castigando como merecem os nossos pecados e a graça é Deus nos abençoando apesar de não merecermos. Misericórdia é a libertação do julgamento, enquanto graça é estender bondade aos indignos.

Segundo a Bíblia, todos nós pecamos (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:23, 1 João 1:80). Como resultado do pecado, todos nós merecemos a morte (Romanos 6:23) e julgamento eterno do lago de fogo (Apocalipse 20:12 ao 15). Com isso em mente, todo dia que vivemos é um ato de misericórdia de Deus. Se Deus nos desse tudo o que merecemos, todos estaríamos, agora, condenados por toda a eternidade. No Salmos 51:01 e 02, Davi clama: "Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado." Um apelo a Deus por misericórdia é pedir a Ele que suspenda o julgamento que merecemos e, ao invés, conceda-nos o perdão que não merecemos.

Não merecemos nada de Deus. Deus não nos deve nada. Qualquer coisa boa que tivermos em nossas vidas é um resultado da graça de Deus (Efésios 2:05). Graça é simplesmente um favor imerecido. Deus nos dá coisas boas que não merecemos e que nunca poderíamos ganhar por nós mesmos. Resgatados do julgamento pela misericórdia de Deus, a graça é tudo o que recebemos além dessa misericórdia (Romanos 3:24). A graça comum refere-se à graça soberana que Deus concede a toda a humanidade independentemente da sua posição espiritual diante dele, enquanto que a graça salvadora é a dispensa especial da graça pela qual Deus soberanamente concede imerecida assistência divina sobre os seus eleitos para a sua regeneração e santificação.

Misericórdia e graça são mais bem ilustradas na salvação disponível através de Jesus Cristo. Merecemos o julgamento, mas se recebermos Jesus Cristo como o nosso Salvador, recebemos a misericórdia de Deus e somos libertos desse julgamento. Em vez de julgamento, pela graça recebemos a salvação, perdão dos pecados, vida abundante (João 10:10) e uma eternidade no céu, o lugar mais maravilhoso que se possa imaginar (Apocalipse 21 e 22). Por causa da misericórdia e graça de Deus, nossa resposta deve ser cair de joelhos em adoração e ação de graças. Hebreus 4:16 declara: "Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade".

"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele. Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca."
Lamentações 3:22 e 23

"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte."
2 Coríntios 12:09 e 10

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Fonte: Este texto foi inspirado e parte de seu conteúdo foi extraído do portal GotQuestions em português, clique AQUI para acessar este site, levantado e promovido por voluntários treinados e dedicados que têm o desejo de ajudar outras pessoas em sua compreensão de Deus, Escrituras, salvação e outros tópicos espirituais.

Fogo para Missões

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."
Mateus 28:19 e 20



Amor pelos perdidos! Este sentimento move você? Você quer evangelizar, mas já se perguntou sobre qual deve ser a mensagem correta para anunciar o Evangelho, ou simplesmente já ter dito "eu não sei o que dizer" diante de uma oportunidade de anunciar as Boas Novas.

Este artigo tem o objetivo de trazer um pouco de luz sobre esta questão importante e te encorajar a conhecer mais sobre o Senhor em Sua Palavra, para que, pelo poder do Espírito Santo, você possa ser cheio de amor pelos perdidos e ousado na pregação do Evangelho. Jesus deseja que todos os homens sejam salvos, e você foi chamado para anunciar este maravilhoso convite!

A palavra "evangelho" significa "boas novas", e é mais bem definida como a mensagem de perdão do pecado através do sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Essencialmente, é o plano de resgate de Deus para aqueles que creem e confiam em Seu Filho a fim de se reconciliarem com um Deus justo e santo. O conteúdo essencial, aquele que não pode faltar, na comunicação das Boas Novas de Jesus Cristo, a mensagem salvadora, é claramente definida para nós na Bíblia.

Na primeira carta do apóstolo Paulo aos Coríntios, ele expõe o conteúdo da mensagem do evangelho: "Irmãos, quero lembrar-lhes o evangelho que lhes preguei, o qual vocês receberam e no qual estão firmes. Por meio deste evangelho vocês são salvos, desde que se apeguem firmemente à palavra que lhes preguei; caso contrário, vocês têm crido em vão. Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Coríntios 15:01 ao 04).

Nesta passagem, vemos três elementos essenciais da mensagem do evangelho.

O pecado de todos os homens
Primeiro, a frase "morreu pelos nossos pecados" é muito importante. Como Romanos 3:23 nos diz: "pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus". A realidade do pecado precisa ser reconhecida por todos que se aproximam do trono de Deus para a salvação. Um pecador deve reconhecer o desespero de sua culpa perante Deus para que o perdão possa ocorrer, e ele deve entender que o "salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23). Sem esta verdade fundamental, nenhuma apresentação do evangelho é completa.

A morte de Jesus, o Cristo
Segundo, a pessoa e obra de Cristo são componentes indispensáveis do evangelho. Jesus é tanto Deus (Colossenses 2:09) quanto homem (João 1:14). Jesus viveu a vida sem pecado que nunca poderíamos viver (1 Pedro 2:22) e é o único que podia morrer uma morte substitutiva pelo pecador. O pecado contra um Deus infinito requer um sacrifício infinito. Portanto, ou o homem, que é finito, tem de pagar a pena por um período infinito de tempo no inferno, ou o Cristo infinito deve pagar essa penalidade uma só vez. Jesus foi à cruz para pagar a dívida que devemos a Deus pelo nosso pecado, e aqueles que são cobertos pelo Seu sacrifício herdarão o reino de Deus como filhos do rei (João 1:12).

A ressurreição de Jesus, o Cristo
Terceiro, a ressurreição de Cristo é um elemento essencial do evangelho. A ressurreição é a prova do poder de Deus. Apenas Aquele que criou a vida pode ressuscitá-la após a morte, só Ele pode reverter o horror da própria morte, e só Ele pode remover o aguilhão da morte e da vitória da sepultura (1 Coríntios 15:54 e 55). Além disso, ao contrário de todas as outras religiões, o Cristianismo possui um Fundador que transcende a morte e promete que os seus seguidores farão o mesmo. Todas as outras religiões foram fundadas por homens e profetas cujo fim era a sepultura.

A Graça
Finalmente, Cristo oferece a sua salvação como um dom gratuito (Romanos 5:15; 6:23) que só pode ser recebido pela fé, independente de quaisquer obras ou mérito de nossa parte (Efésios 2:08 e 09). Como o Apóstolo Paulo nos diz, o evangelho é "(...) o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego" (Romanos 1:16). O mesmo autor inspirado nos diz: "Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo" (Romanos 10:09).

Estes, então, são os elementos essenciais do evangelho: o pecado de todos os homens, a morte de Cristo na cruz para pagar por esses pecados, a ressurreição de Cristo para oferecer a vida eterna àqueles que O seguem e a oferta do dom gratuito da salvação a todos.

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Fogo para Missões

"Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca."
Isaías 53:03 ao 07



Aleluia! Jesus é o Messias! Saber desta verdade é maravilhoso, pois o Espírito Santo opera em nós um grande acréscimo de fé sempre que examinamos as Escrituras e somos introduzidos mais profundamente neste magnífico plano de salvação.

Vamos ver agora alguns aspectos sobre a morte e ressurreição de Jesus, o Messias, nas Escrituras Hebraicas. Isso certamente mexerá com você. E você, que ama divulgar as Boas Novas, encontrará aqui mais algumas ricas porções de fatos que, pelo Espírito, você poderá vir à compartilhar. Vamos lá!

Ao longo das Escrituras Hebraicas, a promessa de um Messias é claramente dada. Essas profecias messiânicas foram feitas centenas, às vezes milhares, de anos antes de Jesus Cristo nascer, e claramente Ele é a única pessoa que já andou nesta terra para cumpri-las. Na verdade, de Gênesis a Malaquias, existem mais de 300 profecias específicas detalhando a vinda deste Ungido. Além de profecias detalhando o seu nascimento virginal, em Belém, da tribo de Judá, sua linhagem do Rei Davi, sua vida sem pecado e sua obra expiatória pelos pecados do seu povo, a morte e ressurreição do Messias judaico foram igualmente bem documentadas nas Escrituras Hebraicas proféticas muito antes da morte e ressurreição de Jesus Cristo ocorrerem na história.

Das profecias mais conhecidas nas Escrituras Hebraicas relativas à morte do Messias, o Salmo 22 e Isaías 53 certamente se destacam. Salmo 22 é especialmente surpreendente, uma vez que previu inúmeros elementos separados sobre a crucificação de Jesus cerca de mil anos antes dele ser crucificado. Aqui estão alguns exemplos. O Messias teria as mãos e os pés "traspassados" (Salmo 22:16; João 20:25). Os ossos do Messias não seriam quebrados (as pernas de uma pessoa eram geralmente quebradas depois de ser crucificada para acelerar a sua morte) (Salmos 22:17; João 19:33). Os homens iriam lançar sortes pela roupa do Messias (Salmo 22:18; Mateus 27:35).

Isaías 53, a profecia messiânica clássica conhecida como a profecia do "Servo Sofredor", também detalha a morte do Messias pelos pecados de seu povo. Mais de 700 anos antes de Jesus nascer, Isaías fornece detalhes da sua vida e morte. O Messias seria rejeitado (Isaías 53:03; Lucas 13:34). O Messias seria morto como um sacrifício vicário pelos pecados de seu povo (Isaías 53:05 ao 09; 2 Coríntios 5:21). O Messias ficaria em silêncio na frente de seus acusadores (Isaías 53:07; 1 Pedro 2:23). O Messias seria sepultado com os ricos (Isaías 53:09; Mateus 27:57 ao 60). O Messias estaria com criminosos em sua morte (Isaías 53:12; Marcos 15:27).

Além da morte do Messias, a sua ressurreição dentre os mortos também é anunciada. A mais clara e mais conhecida das profecias sobre a ressurreição é uma escrita pelo Rei Davi de Israel no Salmo 16:10, também escrita um milênio antes do nascimento de Jesus: "Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção."

No dia da festa judaica do Shavuot (Semanas ou Pentecostes), também conhecida como Festa das Colheitas ou das Primícias, quando Pedro pregou o primeiro sermão do evangelho, ele corajosamente afirmou que Deus tinha ressuscitado o Messias judaico dos mortos (Atos 2:24). Ele então explicou que Deus havia realizado esta obra milagrosa em cumprimento da profecia de Davi no Salmo 16. Na verdade, Pedro citou as palavras de Davi em detalhes como contidas no Salmo 16:08 ao 11. Alguns anos mais tarde, Paulo fez a mesma coisa quando falou à comunidade judaica em Antioquia. Como Pedro, Paulo declarou que Deus tinha ressuscitado o Messias Jesus dos mortos no cumprimento do Salmo 16:10 (Atos 13:33 ao 35).

A ressurreição do Messias está fortemente implicada em outro salmo de Davi. Mais uma vez, este é o Salmo 22. Nos versículos 19 ao 21, o Salvador sofredor ora pela libertação "das fauces do leão" (uma metáfora para Satanás). Esta oração desesperada é seguida imediatamente nos versículos 22 ao 24 por um hino de louvor em que o Messias agradece a Deus por ouvir a sua oração e por libertá-lo. A ressurreição do Messias está claramente implícita entre o término da oração no versículo 21 e o início da canção de louvor no versículo 22.

E de volta a Isaías 53, depois de profetizar que o Servo Sofredor de Deus sofreria pelos pecados de seu povo, o profeta diz que Ele seria, então, “cortado da terra dos viventes.” Mas Isaías afirma então que Ele (o Messias) "verá a sua posteridade", e que Deus o Pai "prolongará os seus dias" (Isaías 53:05, 08 e 10). Isaías prossegue para reafirmar a promessa da ressurreição em palavras diferentes: "Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito" (Isaías 53:11).

Cada aspecto do nascimento, vida, morte e ressurreição do Messias Jesus havia sido profetizado nas Escrituras Hebraicas muito antes dos acontecimentos se desenrolarem na linha do tempo da história humana. Não é de admirar que o Messias Jesus diria aos líderes religiosos judeus de sua época: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim" (João 5:39). 

JESUS, O MESSIAS, NO VELHO TESTAMENTO
Há várias profecias do Antigo Testamento sobre Jesus Cristo. como vimos, existem mais de 300 específicas profecias messiânicas. Veja a seguir as que são consideradas as mais claras e mais importantes.

Quanto ao nascimento de Jesus
Isaías 7:14: "Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel."

Isaías 9:06: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz."

Miqueias 5:02: "Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade."

Quanto ao ministério e morte de Jesus
Zacarias 9:09: "Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta."

Salmo 22:16 ao 18: "Pois cães me rodeiam; um ajuntamento de malfeitores me cerca; transpassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos. Eles me olham e ficam a mirar-me. Repartem entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançam sortes."

A profecia sobre Jesus que provavelmente é a mais clara, é o capítulo 53 do livro de Isaías.
Isaías 53:03 ao 07 é especialmente inequívoco: "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca."

A profecia das “setenta semanas” em Daniel capítulo 9 predisse a data exata em que Jesus, o Messias, seria “morto”. Isaías 50:06 descreve corretamente a surra que Jesus teria que aguentar. Zacarias 12:10 prediz que o Messias seria “traspassado”, o que ocorreu depois de Jesus ter morrido na cruz. Poderíamos providenciar muitos outros exemplos, mas esses devem ser suficientes. O Antigo Testamento é praticamente a constante profecia sobre a vinda de Jesus como o Messias.

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Fogo para Missões

"Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos."
Isaías 53:04 ao 07



Jesus Cristo é o salvador? Em outras palavras, Jesus é o Messias?

JESUS, O CRISTO
Jesus é chamado de Messias em Mateus 1:16. Na verdade, cada vez que alguém diz "Jesus Cristo", ele está se referindo a Jesus como o Messias, já que Cristo significa "Messias" ou "Ungido". O Antigo Testamento prediz o Messias, e o Novo Testamento revela que o Messias é Jesus de Nazaré.

Há várias coisas que o povo judeu que antecipava a chegada do Messias esperava que ele fosse, com base em profecias do Antigo Testamento. O Messias seria um homem hebraico (Isaías 9:06), nascido em Belém (Miqueias 5:02), de uma virgem (Isaías 7:14), um profeta semelhante a Moisés (Deuteronômio 18:18), um sacerdote da ordem de Melquisedeque (Salmos 110:04), um rei (Isaías 11:01 ao 04), o Filho de Davi (Mateus 22:42) que sofreu antes de entrar em sua glória (Isaías 53). Jesus realizou cada uma destas exigências messiânicas.

Jesus cumpriu as exigências do Messias por ser um hebreu da tribo de Judá (Lucas 3:30), e ele nasceu em Belém (Lucas 2:04 ao 07) de uma virgem (Lucas 1:26 e 27) .

JESUS, O PROFETA
Uma outra prova de que Jesus era o Messias é o fato de que ele era um profeta como Moisés. Tanto Moisés quanto Jesus foram profetas "com quem o SENHOR houvesse tratado face a face" (Deuteronômio 34:10; cf. João 8:38). No entanto, Jesus é um profeta maior do que Moisés porque, enquanto Moisés libertou Israel da escravidão, Jesus nos liberta da escravidão da morte e do pecado. Ao contrário de Moisés, Jesus não se limitou a representar Deus - Ele é Deus (João 10:30). Jesus não apenas nos conduz à Terra Prometida; ele nos leva ao céu por toda a eternidade (João 14:01 ao 03). Por estas e muitas outras razões, Jesus é um profeta maior do que Moisés.

JESUS, O SACERDOTE
O Messias era para ter deveres sacerdotais; Jesus não era levita, e apenas levitas eram autorizados a ser sacerdotes. Então, como poderia Jesus se qualificar? Jesus é um sacerdote da ordem de Melquisedeque (Gênesis 14; Salmo 110:04, Hebreus 6:20). Melquisedeque antecedeu o templo judeu, e seu nome significa "Rei da Justiça". Melquisedeque também foi chamado de "Rei de Salém", que significa "Rei da Paz" (Hebreus 7:02). Melquisedeque abençoou Abraão (o maior abençoa o menor, Hebreus 7:07), e Abraão deu a Melquisedeque um dízimo. Assim, como um sacerdote da ordem de Melquisedeque, Jesus é maior do que Abraão (João 8:58) e o sacerdócio levítico. Ele é um sacerdote celestial que ofereceu um sacrifício que remove o pecado permanentemente, não apenas o cobre temporariamente.

JESUS, O REI
Jesus também deve ser um rei a fim de ser o Messias. Jesus era de Judá, a tribo real. Quando Jesus nasceu, magos vieram do oriente procurando o rei dos judeus (Mateus 2:01 e 02). Jesus ensinou que um dia iria sentar-se em um trono glorioso (Mateus 19:28; 25:31). Muitas pessoas em Israel viram Jesus como o seu rei há muito aguardado e esperavam que ele estabeleceria o seu governo imediatamente (Lucas 19:11), embora o reino de Jesus não seja atualmente deste mundo (João 18:36). No final da vida de Jesus, durante o seu julgamento diante de Pilatos, Jesus não se defendeu, exceto para responder afirmativamente quando Pilatos perguntou se era o Rei dos Judeus (Marcos 15:02).

JESUS, O SERVO SOFREDOR
Uma outra maneira em que Jesus se encaixa na descrição do Antigo Testamento do Messias é que ele era o Servo Sofredor de Isaías 53. Na cruz, Jesus foi "desprezado" e "dele não fizemos caso" (Isaías 53:03). Ele foi "traspassado" (versículo 05) e "oprimido e humilhado" (versículo 07). Ele morreu com ladrões, mas ainda foi enterrado no túmulo de um homem rico (versículo 09; cf. Marcos 15:27; Mateus 27:57 ao 60). Depois de seu sofrimento e morte, Jesus o Messias ressuscitou (Isaías 53:11; cf. 1 Coríntios 15:04) e foi glorificado (Isaías 53:12). Isaías 53 é uma das profecias mais claras que identificam Jesus como o Messias; é a própria passagem que o eunuco etíope estava lendo quando Filipe o encontrou e explicou-lhe sobre Jesus (Atos 8:26 ao 35).

JESUS, O MESSIAS
Há outras maneiras em que Jesus é mostrado como sendo o Messias. Cada uma das festas do Senhor no Antigo Testamento se relaciona e é cumprida por Jesus. Quando Jesus veio a primeira vez, ele era o nosso Cordeiro Pascal (João 1:29), o nosso pão ázimo (João 6:35) e as nossas primícias (1 Coríntios 15:20). O derramamento do Espírito de Cristo aconteceu no dia de Pentecostes (Atos 2:01 ao 04). Quando Jesus o Messias voltar, vamos ouvir o grito do arcanjo e o som da trombeta de Deus. Não é por acaso que o primeiro dia do festival de outono é Yom Teruah, a Festa das Trombetas. Depois que Jesus voltar, ele vai julgar a terra. Este é o cumprimento do próximo festival de outono, Yom Kippur, o Dia da Expiação. Então Jesus vai estabelecer o seu reino milenar e reinar do trono de Davi por 1.000 anos; isso completará o último festival de outono, Sukkot ou a Festa dos Tabernáculos, quando Deus habita conosco.



JESUS, NOME SOBRE TODO NOME!
Para aqueles de nós que acreditam em Jesus como Senhor e Salvador, a prova de que ele é o Messias judeu parece esmagadora. Como é que, em geral, os judeus não aceitam Jesus como o Messias? Tanto Isaías quanto Jesus profetizaram uma cegueira espiritual sobre Israel como um julgamento por sua falta de fé (Isaías 6:9 e 10, Mateus 13:13 ao 15). Além disso, a maioria dos judeus do tempo de Jesus estava procurando um salvador político e cultural, não um Salvador do pecado. Eles queriam que Jesus os libertasse do jugo de Roma e estabelecesse Sião como a capital do mundo (ver Atos 1:06). Eles não conseguiam enxergar como o manso e humilde Jesus poderia fazer isso.

A história de José fornece um interessante paralelo ao messias ausente dos judeus. José foi vendido como escravo por seus irmãos, e depois de muitos altos e baixos, ele foi nomeado primeiro-ministro de todo o Egito. Quando a fome bateu tanto no Egito quanto em Israel, os irmãos de José viajaram para o Egito para conseguir comida, e se encontraram com José -- mas não o reconheceram. O seu próprio irmão se encontrava bem na sua frente, mas ainda não tinham noção. Eles não reconheceram José por uma razão muito simples: ele não se parecia com o que esperavam que ele se parecesse. José estava vestido como um egípcio; ele falava como um egípcio; ele vivia como um egípcio. O pensamento de que ele poderia ser o seu perdido irmão de tanto tempo antes nunca passou pela sua mente – afinal, José era um pastor hebreu, não uma realeza egípcia. De forma semelhante, a maioria dos judeus não reconheceu e nem reconhece Jesus como o Messias. Eles estavam à procura de um rei terreno, não o governante de um reino espiritual. (Muitos rabinos interpretam o Servo Sofredor de Isaías 53 como o povo judeu que tem sofrido nas mãos do mundo.) A cegueira deles era tão grande que nenhuma quantidade de milagres fez uma diferença (Mateus 11:20).


JESUS, O SALVADOR
Ainda assim, houve muitos na época de Jesus que viram a verdade sobre Jesus. Os pastores de Belém viram (Lucas 2:06 ao 17). Simeão no templo viu (versículo 34). Ana viu e "dava graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém" (versículo 38). Pedro e os outros discípulos viram (Mateus 16:16). Que muitos mais continuem a ver que Jesus é o Messias, Aquele que cumpre a lei e os profetas (Mateus 5:17).

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Fogo para Missões

"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;"
Romanos 5:01



Então aquela pessoa para quem você está apresentando o Evangelho faz estas perguntas para você: É só isso? Eu só preciso repetir estas palavras e não preciso fazer mais nada? Estou salvo, perdoado? Ok, a gente sabe que não é tão simples assim, ou será mesmo?! Nesta publicação vamos falar sobre a importância de você saber o porque a doutrina da justificação pela fé é tão importante.

O ensino da justificação pela fé é o que separa o Cristianismo bíblico de todos os outros sistemas de crença. Em todas as religiões, e em alguns ramos do que é chamado de "Cristianismo", o homem tem de trabalhar em seu caminho para Deus. Apenas no verdadeiro Cristianismo bíblico o homem é salvo como um resultado da graça através da fé. Só quando voltamos à Bíblia vemos que a justificação é pela fé, independentemente das obras.

A palavra justificado significa "pronunciado ou tratado como justo." Para um cristão, a justificação é quando Deus não só perdoa os pecados do crente, mas imputa nele a justiça de Cristo. A Bíblia diz em vários lugares que a justificação só vem através da fé (por exemplo, Romanos 5:01, Gálatas 3:24). A justificação não é conquistada por meio de nossas próprias obras; em vez disso, somos cobertos pela justiça de Jesus Cristo (Efésios 2:08; Tito 3:05). O cristão, quando declarado justo, é assim liberto da culpa do pecado.

A justificação é uma obra concluída de Deus e é instantânea, ou seja, ela ocorre no momento da salvação. A santificação, por outro lado, é um processo contínuo de crescimento pelo qual nos tornamos mais semelhantes a Cristo (o ato de "ser salvo", cf. 1 Coríntios 1:18; 1 Tessalonicenses 5:23). A santificação ocorre após a justificação.

Entender a doutrina da justificação é importante para um cristão. Em primeiro lugar, é o próprio conhecimento da justificação e da graça que motiva boas obras e o crescimento espiritual; assim, a justificação leva à santificação. Além disso, o fato de que a justificação é uma obra completa de Deus significa que os cristãos podem ter certeza da sua salvação. Aos olhos de Deus, os crentes têm a justiça necessária para ganhar a vida eterna.

Uma vez que uma pessoa é justificada, não há mais nada que ela precise para ganhar entrada no céu. Já que a justificação vem pela fé em Cristo, com base em Seu trabalho em nosso nome, as nossas obras são desqualificadas como um meio de salvação (Romanos 3:28). Existem vastos sistemas religiosos com teologias complexas que ensinam a falsa doutrina da justificação pelas obras. Entretanto, eles estão ensinando um "outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo" (Gálatas 1:06 e 07).

Sem uma compreensão da justificação apenas pela fé, não podemos verdadeiramente perceber a gloriosa dádiva da graça por Deus – o "favor imerecido" se torna "merecido" em nossas mentes, e começamos a pensar que merecemos a salvação. A doutrina da justificação pela fé nos ajuda a manter "pura devoção a Cristo" (2 Coríntios 11:03). Manter a justificação pela fé nos impede de cair na mentira de que podemos ganhar o céu. Não há nenhum ritual, nenhum sacramento, nenhuma ação que possa nos tornar dignos da justiça de Cristo. É somente por Sua graça, em resposta a nossa fé, que Deus nos credita a santidade de Seu Filho. Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento dizem: "O justo viverá pela fé" (Habacuque 2:04; Romanos 1:17; Gálatas 3:11; Hebreus 10:38).

JESUS CRISTO É O SALVADOR?
Jesus é chamado de Messias em Mateus 1:16. Na verdade, cada vez que alguém diz "Jesus Cristo", ele está se referindo a Jesus como o Messias, já que Cristo significa "Messias" ou "Ungido". O Antigo Testamento prediz o Messias, e o Novo Testamento revela que o Messias é Jesus de Nazaré.

Há várias coisas que o povo judeu que antecipava a chegada do Messias esperava que ele fosse, com base em profecias do Antigo Testamento. O Messias seria um homem hebraico (Isaías 9:06), nascido em Belém (Miqueias 5:02), de uma virgem (Isaías 7:14), um profeta semelhante a Moisés (Deuteronômio 18:18), um sacerdote da ordem de Melquisedeque (Salmos 110:04), um rei (Isaías 11:01 ao 04), o Filho de Davi (Mateus 22:42) que sofreu antes de entrar em sua glória (Isaías 53). Jesus realizou cada uma destas exigências messiânicas.

Jesus cumpriu as exigências do Messias por ser um hebreu da tribo de Judá (Lucas 3:30), e ele nasceu em Belém (Lucas 2:04 ao 07) de uma virgem (Lucas 1:26 e 27)... ...procure saber mais sobre esta maravilhosa notícia: Jesus é o Messias!Em breve estaremos publicando, aqui no 

#BlogFpM, um artigo completo sobre esta pergunta importantíssima para você que deseja anunciar as Boas Novas de Jesus Cristo, o Salvador, acompanhe também pelo Facebook, em Facebook Fogo para Missões.

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Fonte: Este texto foi inspirado e parte de seu conteúdo foi extraído do portal GotQuestions em português, clique AQUI para acessar este site, levantado e promovido por voluntários treinados e dedicados que têm o desejo de ajudar outras pessoas em sua compreensão de Deus, Escrituras, salvação e outros tópicos espirituais.

Fogo para Missões
"Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras."
1 Coríntios 15:01 ao 04



Continuando com a Série Salvação de nossas publicações, vamos falar agora um pouquinho sobre o EVANGELHO, ou melhor, as BOAS NOVAS que anunciam a SALVAÇÃO para o mundo. Em um mundo onde a verdade é tratada com relatividade, é importante – em especial para aqueles que desejam anunciar o Evangelho – saber a resposta para esta pergunta: Qual é o verdadeiro Evangelho?

O verdadeiro evangelho é a boa notícia de que Deus salva pecadores. O homem é por natureza pecador e separado de Deus, sem qualquer esperança de reparar essa situação. Entretanto, Deus providenciou o meio da redenção do homem na morte, sepultamento e ressurreição do Salvador, Jesus Cristo.

A palavra "evangelho" significa literalmente "boas novas". Entretanto, para realmente compreender quão boas essas novas são, devemos primeiramente compreender a má notícia. Como resultado da queda do homem no Jardim do Éden (Gênesis 3:06), toda parte da mente do homem – sua vontade, emoções e carne – tem sido corrompida pelo pecado. Por causa da natureza pecaminosa do homem, ele não pode buscar a Deus e não o faz. Ele não tem nenhum desejo de vir a Deus e, de fato, sua mente é hostil para com Ele (Romanos 8:07). Deus declarou que o pecado do homem o condena a uma eternidade no inferno, separado de Deus. É no inferno que o homem paga a penalidade do pecado contra um Deus santo e justo. Isso realmente seria uma má notícia se não houvesse solução.

Entretanto, no evangelho, Deus, em Sua misericórdia, tem proporcionado essa solução, um substituto para nós, Jesus Cristo – o qual veio para pagar a pena pelos nossos pecados através do Seu sacrifício na cruz. Esta é a essência do evangelho que Paulo pregou aos Coríntios. Em 1 Coríntios 15:01 ao 04, ele explica os três elementos do evangelho – a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo em nosso favor. A nossa velha natureza morreu com Jesus na cruz e foi enterrada com Ele. Fomos então ressuscitados com Ele para uma nova vida (Romanos 6:04 ao 08). Paulo nos diz para "nos apegar firmemente" a este verdadeiro evangelho, o único que salva. Acreditar em outro evangelho é crer em vão. Em Romanos 1:16 e 17, Paulo também declara que o verdadeiro evangelho é o "poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê", o que quer dizer que a salvação não é alcançada pelos esforços do homem, mas pela graça de Deus através do dom da fé em Jesus Cristo (Efésios 2:08 e 09).

Por causa do evangelho, através do poder de Deus, aqueles que creem em Jesus (Romanos 10:09) não são apenas salvos do inferno. De fato, recebemos uma natureza completamente nova (2 Coríntios 5:17) com um coração mudado e um novo desejo, vontade, atitude que se manifestam em boas obras. Este é o fruto que o Espírito Santo produz em nós pelo Seu poder. As obras nunca são o meio de salvação, mas são a prova (Efésios 2:10). Aqueles que são salvos pelo poder de Deus sempre mostrarão a evidência da salvação através de uma vida transformada.

JESUS CRISTO É O SALVADOR?
Jesus é chamado de Messias em Mateus 1:16. Na verdade, cada vez que alguém diz "Jesus Cristo", ele está se referindo a Jesus como o Messias, já que Cristo significa "Messias" ou "Ungido". O Antigo Testamento prediz o Messias, e o Novo Testamento revela que o Messias é Jesus de Nazaré.

Há várias coisas que o povo judeu que antecipava a chegada do Messias esperava que ele fosse, com base em profecias do Antigo Testamento. O Messias seria um homem hebraico (Isaías 9:06), nascido em Belém (Miqueias 5:02), de uma virgem (Isaías 7:14), um profeta semelhante a Moisés (Deuteronômio 18:18), um sacerdote da ordem de Melquisedeque (Salmos 110:04), um rei (Isaías 11:01 ao 04), o Filho de Davi (Mateus 22:42) que sofreu antes de entrar em sua glória (Isaías 53). Jesus realizou cada uma destas exigências messiânicas.

Jesus cumpriu as exigências do Messias por ser um hebreu da tribo de Judá (Lucas 3:30), e ele nasceu em Belém (Lucas 2:04 ao 07) de uma virgem (Lucas 1:26 e 27)... ...pesquise sobre esta maravilhosa notícia: Jesus é o Messias!

Em breve estaremos publicando, aqui no #BlogFpM, um artigo completo sobre esta pergunta importantíssima para você, que deseja anunciar as Boas Novas de Jesus Cristo, o Salvador, acompanhe também pelo Facebook, em Facebook Fogo para Missões.

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Fonte: Este texto foi inspirado e parte de seu conteúdo foi extraído do portal GotQuestions em português, clique AQUI para acessar este site, levantado e promovido por voluntários treinados e dedicados que têm o desejo de ajudar outras pessoas em sua compreensão de Deus, Escrituras, salvação e outros tópicos espirituais.

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